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BANDA MQN

  CONTATO

E-mail:  mqn@mqn.com.br

Site Oficial: www.mqn.com.br

 


  FORMAÇÃO

F. Nobre (vocais)
CJ (guitarras, vocais)
Georgbas (baixo)
 Miranda (bateria, vocais)

 


 FOTOS

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MP3

Ainda não disponível - Normas HPG

A Car Goes Fast - (do compacto "Hot Rod Music")
Thirteen Nights - (ao vivo no Garage Café)
Clubs and Drugs - (do cd "Hellburst")

 

 

 

RELEASE

Os goianos do MQN vem machucando os ouvidos da massa adepta ao barulho bem tocado desde 1997 e se encaixa muito bem com o que a imprensa gringa rotula de stoner rock (rock chapado). "É engraçado, o termo é culpa exclusiva da Bizz. Nebula é legal, Fu Manchu é legal, mas temos outros lados, vocês vão ver com o disco novo, que vai se chamar Hellburst (stoner?!)", conta um resignado Fabrício Nobre, vocal da 'trupe'. Guitarra distorcida ao máximo para sustentar os pesados riffs, baixão encorpado, bateria seca, rápida e vocal gritado em inglês. Isso tudo num volume absurdo.

O MQN já abriu para lendas como Mudhoney ("isso foi um sonho", fala um emocionado Nobre) e Buzzcocks, e outras nem tanto assim, casos de Superchunk, Man... Or Astro Man? e Trans Am, além do ótimo trio Nebula e a barulheira do And You Will Know Us By The Trail Of Dead ainda em 2001. Em terras brasilis, os principais embates aconteceram nos festivais Bananada (1999, 2000, 2001), Goiânia Noise (4, 5, 6 e 7), Circadélica e Porão do Rock 2001 (onde encararam um público de 60 mil pessoas). "As pessoas gostam do MQN, respeitam. Acho que somos uma das principais bandas de rock no país hoje, pelo menos entre as que cantam em inglês. Temos sido convidados para tocar em todos os festivais e para abrir uns shows importantes".

Vestimenta e luzes vermelhas especiais te fazem, por um momento, pensar estar perto das portas do inferno. E o carisma e a energia de Nobre contagiam qualquer um. Um último recado do rapaz: "gostamos de rock, álcool e diversão. Tocamos alto! Estamos loucos para tocar em qualquer lugar!".

‘Hellburst’: MQN internacional!
(por Fernando Rosa)

A cena roqueira de Goiânia já escreveu sua página na história do rock brasileiro, especialmente neste momento de resistência e construção de um novo cenário alternativo, a partir da falência - pelo menos momentânea - das grandes gravadoras. Na capital de Goiás, acontecem dois dos mais importantes festivais do Brasil, o Bananada e o Goiânia Noise, e está sediado um dos selos mais legais do país - Monstro Discos que, entre outras sacações, ainda edita, em pleno Século 21, compactos em vinil. Além disso, por iniciativa dos ‘monstros’, passaram recentemente por Goiânia e, em muitas casos, somente por lá, bandas gringas como Mudhoney, Nebula, TransAM, Luna, Man or Astro-Man? e Trail of Dead, que deixaram sua influência no ar.

Agora, depois de tanto trabalho, e de produções interessantes, como os registros das bandas Mechanics (em CD) e Hang The Superstars (em cassete), chegou a vez da heróica cena goiana apresentar o seu produto mais representativo, a melhor tradução do que se produz na região, e também no Brasil: o CD ‘Hellburst’, da banda MQN - de F. Nobre (vocais), CJ (guitarras, vocais), Georgbas (baixo) e Miranda (bateria, vocais). Gravado nos Estados Unidos, e produzido por Roberto Del Bueno, o Coco, do Man Or Astroman?, o álbum é um petardo garageiro, com qualidade internacional, digno de integrar catálogos de selos como: Estrus Records, Bomp! Records , ou de qualquer outro do gênero. Nele, cantados em inglês, estão hits da região, como ‘Devil Woman’, ‘A Car Goes Fast’ e ‘Caribbean Beach’, entre outras, todas trazendo a marca da perfeita mistura de garagem e hard rock setentista, que fizeram do MQN uma das bandas com mais personalidade e identidade da cena garageira nacional.

Gravado ao vivo, o que traduz com absoluta fidelidade o clima dos shows da banda, ‘Hellburst’ é um dos discos mais bem produzidos e resolvidos da história recente do rock brasileiro, na contra-mão da pasteurização imposta pelas grandes gravadoras, confirmando a tradição dos goianos. Além da qualidade técnica, e das ótimas composições, a banda exibe uma competência instrumental própria de grandes grupos internacionais, fruto da presença de músicos, que hoje estão entre os melhores da cena independente nacional. Um caso à parte, o cantor Fabrício Nobre - que só canta de sapatos! - completa a banda com seus vocais fiéis aos melhores clássicos da garagem, e uma invejável presença de palco - abusada e provocadora, no melhor estilo "rock, álcool e diversão".

Aparentemente ilhados no meio do Cerrado, e longe do ‘mainstream’ nacional, o MQN já abriu para lendas como Mudhoney, Buzzcocks, Superchunk e Man... Or Astro Man?, além do ‘stoner’ Nebula e dos barulhentos ...And You Will Know Us By The Trail Of Dead, o que em qualquer lugar do mundo traduz um currículo de respeito. No Brasil, a banda tocou nos festivais Bananada (1999, 2000, 2001), Goiânia Noise (4, 5, 6 e 7), Circadélica, Upload e Porão do Rock 2001, afirmando-se como um das bandas mais ativas da cena alternativa do país. Assim como aconteceu com a também distante e deslocada Seattle, nos anos noventa, à cena de Goiânia ainda será creditado o papel fundamental de ter apontado um novo rumo para a música independente brasileira, do que o CD ‘Hellburst’ pode ser o marco zero.

 


 

 DISCOGRAFIA

 

Você já pode comprar o CD do MQN, basta apenas enviar um e-mail para mqn@mqn.com.br e esperar um contato.